sexta-feira, 24 de abril de 2015

Happiness Happiness Happiness

Boa Noite

Apanhei chuva mas não molhei o coração.


Tenha um bom fim-de-semana,

Katya Figueiredo

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Coração Livre

O teu amor destruiu-me
e quase me matou.
Mas o teu desamor fez ainda melhor,
Libertou-me.

Katya Figueiredo

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Amor Sublime

Os teus sussurros,no meu ouvido,são como a chuva de cores
que muitos anseiam na vida,
mas nem todos a terão.

Katya Figueiredo

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Felicidade

Não ouse parar para pensar nela
Se o fizer
 encontrará mil motivos para ser infeliz.

Katya Figueiredo

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A Confissão do Croissant


A mãe entra para cozinha e flagra o filho a tentar tirar, da caixa do pão, mais um croissant. O filho surpreendido dá um sorriso envergonhado e larga imediatamente a tampa da caixa. Ela aproxima-se dele, abre a caixa obrigando-o a devolver o croissant e, chateada, repreende-o. No mesmo instante arregala o olhar, apalpa o interior da caixa e percebe que já só lá está um único croissant.
-Olha lá, tu comeste também o outro, ou seja, já ias no terceiro, não?!
-Só comi um, mamã!
-Sei. E o outro foi o menino Jesus, queres ver?
-Não fui eu, mamã.
-Estou a ver. Então, queres com isto dizer, que ele veio cá abaixo e comeu. Está tudo explicado!
A mãe larga a caixa do pão, abana a cabeça e vai até à janela estender a roupa.
O Carlos arruma a mesa, tira os cereais do armário, o leite do frigorífico e põe tudo em cima desta.
O irmão chega e tira o último croissant. Carlos prepara-se para se sentar, mas o pai também entra na cozinha e abre a caixa do pão.
-Já não há? Pergunta apontando para a mão do filho mais novo que come o último.
 A mãe, que ainda está a estender a roupa, olha por cima do ombro e diz-lhe desapontada.
-Olha, o teu rico filho comeu o dele e o teu. Por pouco comia do irmão também. Apanhei-o em pleno delito.
O pai olha para ele, abana a cabeça e sai da cozinha. Carlos grita para o pai que não foi ele. A mãe irritada pára de estender a roupa. Baixa-se à altura dele e com o dedo levantado num gesto de adversão diz-lhe:
-Uma coisa é fazermos algo e assumirmos, outra é cometermos algo e não admitirmos isso.
Ela volta para junto da janela irritadíssima e resmunga sons inaudíveis.
O pai volta a entrar na cozinha, ri-se, chega-se para o filho, passa-lhe a mão pelos cabelos deixando-o despenteado e goza com ele,fingindo estar triste, por ter comido o croissant.
Ele olha para o pai,retribui o sorriso e insiste dizendo, que não tinha sido ele.
O pai, já sentado, estica a mão até a do filho, acaricia-a, sorri sorrateiro e diz-lhe para continuar a comer.
A mãe volta-se para eles, chega-se para o filho, tira-lhe a colher das mãos, vira a cadeira de maneira a tê-lo de frente e inclina-se,mais uma vez, à altura do rosto dele. Num tom severo e com a expressão facial séria diz-lhe:
-Já deixou de ter piada meu menino.
Carlos enfrenta destemido o olhar da mãe, cruza os braços e arregala uma das sobrancelhas arqueando os lábios num sorriso desafiador.
Ela irritadíssima com a atitude dele fulmina-o com o olhar. Autoritária diz-lhe friamente fazendo questão de soletrar a última palavra da frase no seu ouvido.
- Dizes-me que foste tu, ou ficas uma semana sem jogar playstation.
Carlos mal ouve a palavra «Playstation» sente o sobrolho descer e o sorriso desfazer-se. Os olhos começam a brilhar, funga uma, duas vezes, baixa a cabeça e diz-lhe soluçando.
-Juro mamã. Comi apenas um croissant. Mas, a semana passada, sem querer, parti a playstation.
Um estrondo inesperado,dum punho sobre a mesa, faz-se ouvir e os três dirigem o olhar, assustado, para o pai, que grita enfurecido.
-Merda

segunda-feira, 13 de abril de 2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Hiperactivo Olhar

Tristes, vagos, sem brilho
Vagueiam noite dentro
Aqui além em cada canto
Ansiosos frenéticos incansáveis
Procuram os teus
Expressivos brilhantes ávidos de desejo
Segundos minutos dias agora meses                           
 
Descontrolam-se ganham expressividade
Em cada gesto
Movimento de cabelo
Andar ritmado sorriso malandro
Por minutos iludem-se
Não tarda perdem vida
Afinal nada teu

Expressivos não de alegria de tristeza
Com lágrimas que empurram fácil
A pesada cabeça
A um vidro sujo, rabiscado, opaco
Algures em Lisboa
Na última carruagem
De um comboio
Para um destino qualquer.

Bom fim-de-semana,
Katya Figueiredo

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Pela Rainha

Queen and Country 
Mais uma antestreia divertida.O filme não é propriamente uma comédia mas está cheio de piadinhas sarcásticas daqueles que só os ingleses sabem fazer.Um drama giro com uma linha de comédia e, por sinal,muito elogiado em Cannes.Cá, estreia dia 9,creio.


Katya Figueiredo

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Viver e Dançar

Porque me apetece 
dançar ao sabor do vento,
my girl, Shy´m.
Bom fim-de-semana e feliz Páscoa,

Katya Figueiredo